top of page
Automotivo


Meu pai, o Dodge Dart e a sexta-feira que eu não queria perder
Eu devia ter uns 18 anos quando meu pai decidiu que passaríamos o fim de semana em Águas de Lindóia.
Fomos os quatro: pai, mãe, Beto e eu.
Saímos no fim do dia de uma sexta-feira.
Agora, antes de continuar esta história, é preciso compreender um detalhe importantíssimo.
Eu tinha 18 anos.


Comprei porque achei fofo — e descobri depois que ele voava baixo
Eu tinha comprado aquele carro sozinha.
Sozinha mesmo.
Escolhi.
Decidi.
Comprei.
E estava feliz da vida.


O dia em que couberam oito meninas dentro de um Chevette
Até hoje eu não sei como aquilo deu certo.
Aliás, pensando melhor, não sei nem como nós conseguimos entrar.
Minha mãe teve alguns carros ao longo da vida — e os outros ainda renderão boas histórias por aqui —, mas durante uma época ela teve um Chevette dourado.
Eu devia ter uns 15 anos. Um pouco mais, um pouco menos.
Era década de 80, tempo dos bailes de garagem, das turmas de amigas e de uma adolescência em que nossos pais provavelmente sabiam bem menos sobre nossas aventu


A chave que quase não foi ao meu casamento
Um Santana prateado, uma chave esquecida, um táxi salvador e uma história real sobre um casamento que quase começou de forma muito diferente.


O carro que guardou uma parte da minha juventude
Um Fiat Prêmio azul, viagens entre São Vicente e Florianópolis, uma pedra na BR-116 e histórias que atravessaram uma fase inteira da vida. Uma crônica sobre memórias, estrada e afeto.


O carro que me levou para jantar e perdeu a namorada
E existe um Chevette vermelho que carregou um rapaz apaixonado diretamente para uma das maiores derrotas amorosas da sua juventude.
A história não é minha.
Quer dizer...
É minha também.


O brasileiro que ousou sonhar
Tem gente que constrói empresas. Tem gente que constrói produtos. E tem gente que constrói sonhos. João Gurgel estava nessa última categoria. Durante muito tempo, quando se falava em automóveis, parecia natural imaginar que os grandes carros sempre viriam de fora. Alemanha. Itália. Estados Unidos. Japão. Mas um engenheiro brasileiro resolveu desafiar essa lógica. Seu nome era João Augusto Conrado do Amaral Gurgel. E ele acreditava que o Brasil podia construir seus próprios au


A paixão italiana que nunca saiu da garagem dos meus sonhos
A paixão italiana que nunca saiu da garagem dos meus sonhos
bottom of page
