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Lançamento livro "Pai, Força e Fé"
Existem presenças que moldam uma vida inteira. O pai é uma delas.
Com esse sentimento nasceu Pai, Força e Fé, uma obra que celebra a grandeza da paternidade e convida o leitor a redescobrir o valor dos homens que, por meio do amor, do exemplo e da fé, ajudam a construir famílias e a transformar gerações.


A chave que quase não foi ao meu casamento
Um Santana prateado, uma chave esquecida, um táxi salvador e uma história real sobre um casamento que quase começou de forma muito diferente.


O carro que guardou uma parte da minha juventude
Um Fiat Prêmio azul, viagens entre São Vicente e Florianópolis, uma pedra na BR-116 e histórias que atravessaram uma fase inteira da vida. Uma crônica sobre memórias, estrada e afeto.


O Funcionário que Nunca Leu o Manual
Outro dia me peguei pensando em algo curioso. Ao longo da minha vida profissional, conheci centenas de funcionários. Alguns chegaram cheios de experiência. Outros estavam em seu primeiro emprego. Havia os mais tímidos, os mais falantes, os que aprendiam rápido e os que precisavam de um pouco mais de tempo. Mas todos tinham algo em comum. Em poucas semanas, já sabiam exatamente como as coisas funcionavam na empresa. E isso sempre me intrigou. Porque, na maioria das vezes, ning


O carro que me levou para jantar e perdeu a namorada
E existe um Chevette vermelho que carregou um rapaz apaixonado diretamente para uma das maiores derrotas amorosas da sua juventude.
A história não é minha.
Quer dizer...
É minha também.


O brasileiro que ousou sonhar
Tem gente que constrói empresas. Tem gente que constrói produtos. E tem gente que constrói sonhos. João Gurgel estava nessa última categoria. Durante muito tempo, quando se falava em automóveis, parecia natural imaginar que os grandes carros sempre viriam de fora. Alemanha. Itália. Estados Unidos. Japão. Mas um engenheiro brasileiro resolveu desafiar essa lógica. Seu nome era João Augusto Conrado do Amaral Gurgel. E ele acreditava que o Brasil podia construir seus próprios au


A paixão italiana que nunca saiu da garagem dos meus sonhos
A paixão italiana que nunca saiu da garagem dos meus sonhos


A Brasília abóbora que bebia mais do que andava
Tem carro que vira paixão. E tem carro que vira história.
Com a Brasília, no meu caso, acho que virou quase uma aventura.
Nos anos 80, eu tive uma Brasília 1978. Abóbora.
Dupla carburação.
E, sinceramente?
Ela bebia mais do que andava. 😄
Talvez por isso eu nunca tenha conseguido ter uma relação exatamente romântica com ela.
Voltei rapidinho para o Fusca! Universitários não tem grana!
Mas, curiosamente, o tempo faz certas lembranças ficarem melhores.
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