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Entre o Baú de Memórias e a Engrenagem dos Negócios

  • há 2 dias
  • 1 min de leitura

O Carnaval sempre foi para mim um divisor de águas. Mais do que uma festa, ele carrega um sentido quase ritualístico: é o antecessor necessário aos dias de quaresma e recolhimento. Mas, ao longo dos anos, minha percepção sobre essa data evoluiu.


Se antes eu enxergava apenas o confete e a serpentina das matinês da infância, hoje, com o olhar lapidado pelo mercado e pela gestão, vejo o Carnaval como uma das maiores lições de logística, marketing e resiliência do mundo corporativo.


No meu novo artigo, compartilho como as lembranças de juventude em Monte Alto e a hospitalidade da Dona Janete se encontram com a lucidez do dia seguinte. Afinal, enquanto muitos acreditam que o país entra em hiato, as lideranças estão redesenhando fluxos e preparando os projetos que ganharão o mundo na Quarta-Feira de Cinzas.


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