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O peso da suavidade...

  • há 2 horas
  • 1 min de leitura

Nada no mundo é tão pesado quanto a opressão, a dor ou a mágoa. Mas, por outro lado, nada é tão sublime quanto o carinho, a compreensão e a entrega absoluta.

Viver, afinal, parece ser esse eterno conflito entre o que nos aperta o peito e o que nos liberta: a opressão e o amor.

Dizem que amar dói, mas aprendi que o amor em si não fere. A vida também não.

O que dói são as escolhas e os processos humanos que atravessam o caminho, transformando o que deveria ser leve em uma dor profunda.

Às vezes, o coração — esse mestre que insiste em não aprender — se vê diante da percepção de que amou demais. E quando um ciclo se fecha, a dor pode ser tão vasta que chega a nos anestesiar.

Eu já virei tantas páginas nesta vida... e sei, com a certeza de quem já caminhou muito, que esta também será virada.

Mas, por enquanto, eu me permito sentir a imensidão desse momento, respeitando o tempo que a alma precisa para cicatrizar.

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